segunda-feira, 6 de junho de 2011

"Call of Duty: Modern Warfare 3 - Trailer''

   
 Acaba de ser lançado o primeiro trailer do game Call of Duty: Modern Warfare 3. Assista abaixo! Ele mistura animação e cenas de jogo.

Três estúdios estão trabalhando no game - Infinity Ward, Raven Software e Sledgehammer Games - que começa imediatamente após MW2, com os russos invadindo a ilha de Manhattan, Nova York. Serão quinze missões no modo de campanha que passarão por locais como Dharmasala (India), Nova York, a bordo de um avião presidencial, Serra Leoa, Londres (Inglaterra), Mogadishu (Somália), Hamburgo (Alemanha), Paris (França), Praga (República Tcheca), um castelo na República Tcheca, Berlim (Alemanha), Dubai (Emirados Árabes), Washington (EUA) e o Kremlin (Moscou, Rússia). O comando de veículos também está de volta, incluindo um tanque e um avião Lockheed AC-130.
O multiplayer terá 20 mapas (alguns podem ser cortados ou lançados posteriormente, como DLC), divididos entre áreas rurais e urbanas, além de variações no modo Spec Ops.
O lançamento deve acontecer em novembro, período em que a Activision acostumou o mercado a receber jogos da franquia de tiro em primeira pessoa.
         

"Dragon Age II | Crítica''


Segundo capítulo da Era dos Dragões parecia um tiro certeiro, mas divide opiniões


    

Dragon Age II

BioWare (PS3, PCs, X360, MAC)

Fantasia / RPG Electronic Arts

             Jogaço 


Deduzido por fãns e pela equipe ANGMTV.

Dragon Age II
Dragon Age II
Dragon Age II
Dragon Age II
Dragon Age II começa com o anão Varric, companheiro de aventuras de Hawke (que pode ser homem ou mulher), protagonista da história, sendo pressionado a contar "a verdadeira história do herói de Kirkwall". Ele começa, então, sua longa recapitulação da lenda - desde o tempo em que Hawke era um mero refugiado na gigantesca cidade.
Parecia uma ótima ideia a dos realizadores de Dragon Age II contar a história do game através de flashbacks jogáveis. Quando conversei com o produtor do game, em julho de 2010, era isso que mais parecia empolgá-lo, afinal.
A questão fundamental para esse problema é o próprio estilo de jogo de Dragon Age II. Trata-de, afinal, de um RPG convencional, no sentido da criação de uma história em escala épica de fantasia medieval, em que a jornada do herói é a jornada do jogador. Pra que tal aventura seja efetivamente apreciada, deve-se criar uma relação de proximidade com o personagem central. O jogador deve tornar-se o personagem, sofrer suas agruras e temer pelos seus amigos e família, pelo seu universo. Mas Dragon Age II funciona como um RPG de controle de grupo. Como se relacionar com Hawke se a qualquer momento posso deixar o controle dele em direção a um dos outros integrantes de seu bando? Fica difícil estabelecer uma relação de proximidade, de se afundar na história - de SER Hawke, quando não se é o tal herói, mas uma entidade controladora.
Obviamente, é possível restringir-se a Hawke, evitar os tais saltos, mas o nível de controle exigido nesse caso é ainda maior. Para ser bem sucedido assim, você deve alterar a lista de reações da inteligência artificial dos companheiros de grupo, o que pode levar dezenas de minutos, mais uma vez afastando-o da experiência central, que - no meu ponto de vista, como fã dos RPGs "de raiz" - deveria ser emocional, não lógica. Além disso, os constantes crescimentos de níveis dos personagens periféricos também exigem intervenções ("coloco esse ponto obtido pelo anão na força ou destreza?"), que também trabalham no sentido de afastar-nos da história.
Não haveria nada de errado em usar esse sistema ancestral dos RPGs e presente em tantos outros games no jogo, mas se Dragon Age II busca uma experiênca inovadora em termos de narrativa, usando flashbacks e estrutura não-linear, seu objetivo primário, tal opção o aleija desde o primeiro minuto de jogo. Não adianta discursar que você está contando a lenda de um herói quando, na verdade, o foco do game é a administração de múltiplos personagens.
Igualmente decepcionante é a ambientação. Mesmo que o design do título tenha sido bastante aprimorado (ainda que muitos fãs prefiram o original), não deixa de ser estranho na ambientação fantástica de Dragon Age II a restrição geográfica do jogo. O gênero da fantasia desde sempre foi empregado na exploração e defesa de um mundo - não de uma cidade apenas (não é por acaso que todos os livros do gênero tenham em sua primeira página um mapa). Hawke e seus companheiros começam a aventura presos em Kirkwall e ao jogador é dada a missão de tirá-los dali, de cuidar da família para que ela suba em direção às partes mais nobres da cidade e, ao final, possa livrar-se desse lugar opressivo. Mas isso nunca acontece - e aqui adianto um detalhe da trama dos mais irritantes: você passará horas e horas juntando dinheiro para embarcar em uma expedição em direção à "Estrada Profunda" que promete riquezas incalculáveis. Mas ao retornar dessa aventura, se encontrará de novo na mesma Kirkwall da qual desejou sair desde o momento em que ali colocou os pés. Há algo errado com a história se ela orienta o jogador o tempo todo em uma direção e depois não dá a ele a opção de fazer o que quiser - que, no meu caso, era sair dali.
Em termos de jogabilidade, o game foi sensivelmente alterado em relação ao primeiro. A começar pela câmera, que abandonou o estilo do primeiro para ficar mais próxima de games clássicos de ação, algo que a maior parte dos fãs do primeiro repudiaram, já que parece uma mudança para tornar o título mais amigável aos consoles. Os controles também ficaram diferentes, deixando para trás os comandos como "atacar" e "defender" enquanto se seleciona oponentes, mas efetivamente desferindo golpes. Não é necessariamente uma melhoria, já que eles ficaram parecidos com MMORPGs recentes. A solução, de qualquer maneira, é mais abrangente dentro do potencial de público. Se você aprecia os games em que se joga como um grupo e não como um indivíduo, a opção de congelar a ação para controlar as ações de cada personagem, como em um jogo de estratégia, deve render-lhe alguma satisfação.
Já as conversas e decisões que mudam o personagem - que agora tem voz - e a percepção que o mundo tem dele, ganharam uma nova "roda de diálogo". Todas as opções de frases agora são acompanhadas por ícones que revelam o tom da resposta (agressivo, submisso ou calmo, por exemplo). É o mesmo estilo da série Mass Effect, que funciona muito bem para quem aprecia o falatório em seus RPGs.
Em última instância, para o meu entendimento do que o game poderia ter sido, Dragon Age II é decepcionante. E tudo remonta à primeira hora de jogo, em que aprendi que 1) eu reviveria a lenda de um campeão e 2) Kirkwall não era um lugar desejado. Pois bem, a lenda foi extremamente enfadonha... que tipo de obra de ficção obriga aquele que a está lendo, jogando ou assistindo a reviver cada um dos trabalhos sem-graça que o herói teve que assumir? Não havia a opção de flashbacks e flashforwards, afinal? E quando foi que a indesejada Kirkwall tornou-se o mundo que precisava ser salvo? São problemas difíceis de ser relevados quando sua expectativa pelo jogo é justamente a promessa de uma nova forma de contar histórias nessa midia surpreendente que é o videogame.

"Os Padrinhos Mágicos: live action tem primeiros videos''


    Ano passado, a Nickelodeon anunciou a produção de um live action de Os Padrinhos Mágicos. Agora, o canal começa a divulgar os primeiros vídeos do filme, que ganha o título deA Fairly Odd Movie: Grow Up, Timmy Turner! (Os Padrinhos Mágicos: Cresça Timmy Turner!). Assista:
O longa-metragem irá combinar gráficos em CG, com cenas reais. O papel de Timmy Turnerficou com o conhecido ator Drake Bell, da série Drake & Josh. Já os atores Jason Alexandere Cheryl Hines interpretam de Cosmo e Wanda. O filme estreia nas telinhas americanas no dia 9 de julho.
Nesta produção, Timmy não será um garoto de 10 anos, mas sim de 23. Contudo, ele continuará morando na casa de seus pais, e ainda estará cursando a quinta série. Segundo “As Regras”, toda a criança que cresce deve perder seus padrinhos mágicos. Mas quando Tootie (irmã da babá Vicky), menina que sempre teve uma quedinha por Timmy, retorna à cidade mais bonita e atraente, ele se vê apaixonado por ela. Agora, ele deve decidir se quer voltar a ser criança e ter seus padrinhos mágicos, ou viver com a mulher que ama e perder Cosmo e Wanda para sempre.

"Confira as capas dos novos DVDs de Naruto''

     Conforme já publicamos, em julho, a Playarte lança no Brasil mais cinco volumes em DVD deNaruto. O box contará com os episódios da terceira temporada do anime. O preço sugerido para cada volume é de R$29,90. O formato será o tradicional, com áudio japonês e português, e legenda no nosso idioma. Confira as capas abaixo:

Naruto – Volume 31: A batalha começa

Naruto – Volume 32: Som contra folha

Naruto – Volume 33: Força total

Naruto – Volume 34: Perder não é uma opção

Naruto – Volume 35: A batalha de cada um

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"O que esperar do próximo Xbox?''


Provavelmente é de conhecimento de todos que o trabalho no desenvolvimento de um novo console é iniciado muito antes de sua primeira apresentação ao público. Além da produção de hardware e jogos, há um aspecto que poucas vezes é levado em conta pelo público: o ciclo de vida de um aparelho desse tipo. Todo video game possui um tempo determinado durante o qual será o principal foco da fabricante. Ao final desse período, ele é substituído lentamente pelo sucessor.
Atualmente, o Wii está chegando ao final de seu ciclo de vida. Na E3 2011, que acontece na semana que vem, o Projeto Café, novo console da Nintendo, será anunciado. Enquanto isso, a Sony afirma que nem mesmo começou a desenvolver um sucessor para o PlayStation 3. Mesmo com o console tendo o mesmo tempo de vida do aparelho da "Big N", a empresa estima que ele terá um ciclo de dez anos antes de ser substituído.
O destino do Xbox 360, porém, continua uma incógnita. Em uma entrevista antiga, concedida em 2007 para a revista americana EGM, o ex-vice-presidente da Microsoft, Peter Moore, afirmou que a nova geração de consoles da empresa chegaria entre 2011 e 2012. Mas aqui estamos e, por enquanto, não há nenhuma informação concreta sobre um novo aparelho.
De acordo com fontes não identificadas pelo site Develop, especializado em notícias do mercado de jogos, um kit de desenvolvimento do sucessor do Xbox 360 já estaria nas mãos de empresas como a Electronic Arts. A EA, porém, negou categoricamente as especulações. Por outro lado, a Microsoft já busca funcionários para o desenvolvimento de “arquiteturas para a próxima geração”.
Por enquanto, todas essas informações não passam de rumores, já que a fabricante não se pronunciou oficialmente sobre a existência de um novo console. Então, já que estamos caminhando no campo das especulações, por que não imaginar o que seria o “Xbox 720” ideal?
Evolução técnicaMas desta vez, com calmaA situação da Microsoft, desta vez, é muito mais tranquila do que a enfrentada pela empresa em 2005, ano de lançamento do Xbox 360. Agora, a empresa já tem sua base de usuários muito bem estabelecida e não há necessidade de correr para chegar à frente da Sony. Isso, então, permite que os engenheiros da companhia estudem cuidadosamente o hardware, de forma a entregar kits de desenvolvimento que realmente reflitam as capacidades finais do console.
A história com o Xbox 360, porém, foi bem diferente. O kit de desenvolvimento enviado pela Microsoft aos desenvolvedores apresentava um hardware apenas similar ao do aparelho que chegou às lojas e isso acabou refletido nos jogos da line-up de lançamento. Um dos principais exemplos desse problema é Project Gotham Racing 3, que faz uso do sistema de anti-aliasing da Xenos, placa gráfica do Xbox 360.
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  O componente funciona, nativamente, com um efeito 2x multisampling, mas o kit de desenvolvimento original continha apenas 10 MB de eDRAM, um tipo de memória mais versátil. Essas duas características combinadas não resultavam em um desempenho apropriado e, por isso, a Bizarre Creations precisou diminuir a resolução do game para que ele rodasse com uma contagem aceitável de quadros por segundo e sem muitos serrilhados.

   Uma coisa, pelo menos, é certa: o próximo Xbox deve saltar, de vez, para o mundo do Full HD. Enquanto a grande maioria dos jogos atuais roda a 720p, os da geração seguintes devem ser desenvolvidos completamente em 1080p, alcançando a mais alta resolução permitida pelos televisores de alta definição comuns.
   Além disso, há também os efeitos 3D, que se tornam um fator cada vez mais presente na indústria. Dá para esperar que o próximo console da Microsoft seja capaz de rodar jogos tridimensionais sem quedas aparentes na contagem de quadros por segundo ou exigir o máximo de capacidade de seus componentes.
  Por último, também é seguro afirmar que o novo Xbox apresentará uma mídia com bem mais espaço que o encontrado no console atual. Os testes com esse tipo de tecnologia já começaram, mas um aumento considerável no espaço só deve ser visto na próxima geração. Fica a dúvida, então, se a Microsoft investirá no desenvolvimento de um formato proprietário ou utilizará o consagrado Blu-ray, assim como seu principal concorrente.
Especificações técnicasAquilo que está dentro da Caixa
Vídeo
  A demo técnica Samaritan foi a primeira tentativa de imaginar do que é possível esperar da próxima geração de consoles e jogos. Utilizando a Unreal Engine 3, a Epic produziu um vídeo impressionante com a utilização de hardware disponível no mercado atual. A demonstração foi renderizada em um PC com processador Intel Core i7 com três NVIDIA GeForce GTX 580. A placa gráfica, com processador de 772 MHz, é uma das mais potentes do mercado atual.
  Ao lançar um novo dispositivo, a Microsoft deve levar em conta uma série de fatores já que, ao contrário de um computador, um video game não pode sofrer upgrades e deve permanecer como topo de linha por, pelo menos, cinco anos. Ainda assim, não dá para esperar um console que possua a mesma capacidade gráfica do PC mais potente do mercado, e sim uma máquina com maior escalabilidade, da qual o desenvolvedor possa extrair todo o potencial.
  As previsões dos especialistas seguem por dois caminhos distintos. Uma das correntes aposta na continuidade da parceria da Microsoft com a AMD. A placa de vídeo Xenos, disponível no Xbox 360, deve dar lugar à linha Juniper, como a Radeon HD 5770. O componente funciona a 850 MHz e conta com 1 GB de memória. Os números representam mais do que o dobro do atual poder de processamento do aparelho.
  Já a segunda vertente traz uma aposta ousada. O próximo Xbox dispensaria completamente o uso de placas de vídeo e realizaria todo o trabalho por meio de seu processador central. Esse tipo de abordagem é utilizada pelo PlayStation 3 e exigiria a criação de uma tecnologia exclusiva para a Microsoft. Aqui, a Intel parece ser a parceira mais provável. Apesar dos gráficos melhores proporcionados por essa alternativa, ela dificulta o trabalho de desenvolvimento e port de jogos.
  Seja qual for a escolha de componentes gráficos, a utilização do DirectX 11 é certa. Uma versão da arquitetura já é utilizada com sucesso no Xbox 360 e proporciona uma maior portabilidade para os desenvolvedores, facilitando a conversão de jogos do computador para o console. Aqui, a única necessidade é otimizar a aplicação para funcionamento em um hardware fixo como o de um video game.
Memória
  Se o novo Xbox continuar seguindo a tendência de seus antecessores, a quantidade de RAM será multiplicada por quatro, chegando a 4 GB. Isso também resolveria uma das maiores críticas dos desenvolvedores em relação à geração atual, já que a baixa capacidade exige um trabalho mais conservador de programação.
  Já em termos de capacidade, o próximo console da Microsoft deve levar em conta o crescimento do mercado de jogos digitais. Ainda assim, não seria absurdo afirmar que a empresa seguirá pelo mesmo caminho percorrido na atual geração, lançando duas versões do console. A primeira, mais barata, deve suportar também a utilização de pendrives ou cartões SD como formas de aumentar o armazenamento. Já a segunda contará com HD de maior capacidade, com no mínimo 160 GB, e todo esse espaço refletido no preço.
  Todos os especialistas, porém, concordam em um aspecto. O grande desafio da Microsoft é produzir um console que seja potente e, principalmente, barato. Além disso, o novo hardware deve permitir mudanças em sua estrutura para acomodar reduções de preço no futuro, estar de acordo com as leis de proteção ao meio ambiente e não superaquecer ao ponto de explodir com tanta capacidade de processamento em tão pouco espaço. Uma tarefa hercúlea.
Mídia e comunidadeMuito além dos próprios jogos  Um elemento que deve se fazer presente, de forma muito ligada aos próprios jogos, é a interação com redes sociais. Não apenas a utilização de um sistema interno, como a LIVE, mas a ligação dos servidores da Microsoft com os de serviços como Facebook e Twitter. Essa ligação, além de ser uma forma de compartilhar feitos nos títulos, também serviria para a marcação de partidas e gerenciamento de listas de amigos. Tal característica, por exemplo, já está presente no NGP e motivou até mesmo uma mudança no menu do aparelho.
  É possível pensar também em jogos que se estendam além do próprio console. Não estamos falando de funções como as especuladas para o Projeto Café, em que o controle poderia se transformar em um console portátil. O caso aqui é o de títulos que não se resumem apenas ao que é jogado no video game e podem ser jogador em outras peças de mídia, chegando a invadir até mesmo o mundo real.
  Imagine, por exemplo, um título contemporâneo da série Assassin's Creed em que os alvos do jogador fossem localizados por meio do Foursquare. Uma sequência de L.A. Noire em que perfis dos suspeitos no Facebook também fizessem parte da investigação e pudessem ser acessados não só pelo video game, mas também pelo computador ou celular. Tudo isso é possível com consoles cada vez mais integrados às redes sociais, uma oportunidade que pode ser aproveitada pelo próximo Xbox. O potencial aqui é limitado apenas pela criatividade dos desenvolvedores.
  Outra característica cada vez mais presente é a transformação dos consoles em verdadeiros centros de entretenimento. A Microsoft já iniciou esse movimento no Xbox 360, com parcerias com os canais de televisão ESPN e serviços de streaming de vídeo como o Netflix ou o Hulu.
  A tendência é que esse movimento se intensifique cada vez mais, com um suporte melhor ao streaming de mídia e novas parcerias com provedores de conteúdo. O próximo Xbox poderia se tornar, basicamente, uma central de TV a cabo na qual também será possível assistir a diversos canais, gravar programas de TV e comprar filmes e séries em pay-per-view.
  Esse futuro, porém, começa agora, já que a Microsoft promete divulgar novas funcionalidades de entretenimento para o Xbox 360 durante a E3. O evento acontecerá entre os dias 7 e 9 de junho em Los Angeles, nos Estados Unidos.       Quem sabe a gente também não seja surpreendido com um novo console ou, pelo menos, uma indicação de que a nova plataforma já está por vir? Vamos aguardar e confiar.

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